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by Aphorism

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credits

released May 29, 2014

Gravado por Thiago Ribeiro no Estúdio Carranca e Vicente Fonseca no Bunker Studio entre abril e maio de 2014 em Salvador / BA.

Mixado e masterizado por Gabriel Zander no Estúdio Superfuzz em maio de 2014 no Rio de Janeiro / RJ.

Arte por Hugo Silva (Abacrombie Ink).

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Recorded by Thiago Ribeiro at Estúdio Carranca and Vicente Fonseca at Bunker Studio between April and May 2014 in Salvador / BA.

Mixed and mastered by Gabriel Zander at Estúdio Superfuzz in May 2014 in Rio de Janeiro / RJ.

Artwork by Hugo Silva (Abacrombie Ink).

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about

Aphorism Salvador, Brazil

Aphorism é / is:

Felipe Mendes - Guitarra / Guitars
Paulo Meirelles - Voz / Vocals
Rafael Inah - Baixo / Bass
Filipe Pereira - Bateria / Drums
Marcelo Adam - Guitarra / Guitars

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Track Name: O Ímpeto da Perversidade
É incontrolável
No âmago do ser surge a tormenta voraz
Rasgando o que se evita discutir
Dilacerando o que já foi devorado
Na beira do precipício, sei que devo recuar
Mas fico ali. Parado
Cedendo a ânsia que me condena e liberta
Então mergulho
Motivado apenas pela impulsividade
Instigado pelo desfecho do crânio em conflito
Agora não há mais volta
E a sombra prevalece
Cego e surdo. Perverso e impulsivo
O ato seguido da confissão. Esse desejo...
É incontrolável
Track Name: Desculpe-me, mas eu cansei de existir
Sinto muito por vocês
Mas eu cansei de existir
Estou cheio da minha insignificância
De tantos dias cinzentos
De tantos tédios dominicais
Vividos em meio à poeira
Que tenta preencher o vazio
Contemplado como essência
Em meio à gélida ignorância
Demente, frívola, leviana
Auto-compaixão
Track Name: Ódio à Primeira Vista
Sou aquele que ilustra de cinza o que já era insosso
O cuspe inútil e sem gosto atinge a sua face
Uma tola desordem
Que confunde sua límpida e ordeira vida
Nada me surpreende
Nesse contexto de rostos mortiços
Somos os competidores
Vencedores e perdedores de porra nenhuma
Objetivos sempre em colisão
Um combate improfícuo
Pedaços de vida vazia
Lutando em busca de uma inútil vitória
Ou apenas algum resquício de existência
Track Name: Homem Comum
Dias vazios e verdades desnudas
Despedaçado em sua essência
Enfrenta com uma duvidosa altivez
Os entreveros do que apenas vislumbrava em imagens turvas
A dubiedade do embate, a vida versus se sentir vivo
E se está tentando gostaria de mais um momento?
A insossa alternativa de viver uma dor inócua
Não reverterá o ciclo interminável
Que aliena o seu ser
O embate se perde, a vida prevalece
Em meio aos detritos de mãos que desvanecem
Track Name: Retorno ao Caos
Saiba talvez o que se diz
E decifre o que me alimenta
Clareza e objetividade
Em seu dueto para manter a ordem
Insistem em passear por aquilo que sou
E não se sujar de merda
Enxergar aquilo que não sou para ter calma
Acreditar que está tudo bem e nítido
Porém o que dá significado a sua existência
Está morto em mim ou nunca existiu
Está tudo destruído, um caminho de ruínas
Devastado pelo meu verdadeiro anseio inato
O caos
Track Name: Animal Terroir
Dois mundos
Separam-se da carne em que nasci
Queimando em obediência a certeza
De que a dúvida é o meu senhor
No florescer da áurea angústia
Todos se cospem ao perguntar
O que alimenta essa terra prosaica?
Com uma fagulha na voz, eu digo
São os restos de um símio banal